SALVADOR NEWS
Ampliar
15/01/2009 - Porque acabou o Farol Folia?

Em 1998, o Carnaval de Salvador ganhou uma importante “prévia”, que entrou para o Calendário Anual de Festejos Momescos – o Farol Folia, que reuniu, inicialmente no trecho do Circuito Dodô/Barra-Ondina, milhares de pessoas, desfilando como “pipoca” ou atrás de uma das várias entidades que percorriam todo o circuito. Esta festa surgiu da necessidade de se resgatar o cortejo tradicional da Lavagem do Bonfim, composto por carroças, baianas, bicicletas e bandas de sopro e percussão, além das pessoas que iam andando e seguiram o slogan da festa do mesmo ano: “Quem tem Fé vai a pé”.
Depois de quatro anos consecutivos sendo realizado no circuito que compreende o trecho alternativo do Carnaval de Salvador, Barra/Ondina, o Farol Folia, a partir do ano de 2002, passou a ser realizado em uma nova área, na orla de Salvador: especificamente entre o Parque Atlântico e o Jardim de Alah.
A partir daí a nova área foi aprovada por grande parte dos órgãos envolvidos, mas não por todos. O espaço, que era bastante amplo, deu conforto e segurança aos foliões “pipoca” e os blocos.

Grandes atrações faziam parte da folia, dentre elas: Rapazolla (Qual é), Banda Eva (Nú Outro Eva/Cerveja & Cia), Cheiro de Amor (Porta aviões), Pimenta Nativa (A Barca), Ara Ketu (Ara Ketu), Gilmelândia (Crocodilo/Beijo), Psirico (Pinel), Timbalada (Alô Inter) e Guig Ghetto (Requinte). Bandas e cantores pra todos os gostos.

Contudo, segundo alguns empresários do ramo, o Farol Folia, que era uma grande festa, foi acabando aos poucos porque saiu da Barra e foi para a Boca do Rio. Ou seja, o evento tornou-se “popular” e por isso, as grandes atrações deixaram de ir, afinal de contas, os abadás custavam em média R$30, o que não era viável para os grandes empresários de blocos.

Fonte: Axezeiro
COMENTÁRIOS
Você precisar ser cadastrado(a) e estar logado(a). Clique aqui para se cadastrar.